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Competição parece com a de empresas

26/9/2006 

da Folha de S.Paulo

A competição no cursinho dá os primeiros sinais da atmosfera que um profissional vai enfrentar no mercado de trabalho. Ambas são veladas e podem resultar em crises maiores ou menores para quem está nesse contexto.

"A diferença é que, no mundo das empresas, o cenário é um pouco mais complexo. Há o poder em jogo, existe a hierarquia, a pressão dos chefes, além da concorrência entre quem ocupa o mesmo nível de emprego", explica Bernardo Leite Moreira, vice-presidente da Aapsa (Associação Paulista de Gestores de Pessoas), entidade que lida com recursos humanos.

Na vida do vestibulando, a comparação entre notas é uma forma de conseguir o poder. O melhor posicionamento no ranking, segundo Moreira, habilita o candidato a ter maior influência e importância no grupo em que estuda. Processo semelhante ao que acontece no mundo corporativo, quando um empregado ganha espaço.

"O aumento da competitividade gera um sentimento de insegurança. A exigência aumenta. Alguém que começa a ter muito sucesso passa a ser um inimigo comum", afirma o especialista em RH. Tudo isso afeta a produtividade, tanto do vestibulando quanto do profissional. Em muitos casos, pode ser determinante para a baixa na auto-estima.

"Até o vestibular, o estudante sempre esteve protegido. A estrutura da escola não o expõe. Mas, na prática, o que vai acontecer quando terminar a faculdade?", lembra o coordenador do Anglo, Ernesto Birner.

Ele aponta que na medicina, por exemplo, a disputa por uma vaga na residência chega a ser até mais incisiva que a concorrência do vestibular.

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