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"É como se mudasse de mundo", diz a deputada mais nova do país

13/2/2007 

Colaboração para a Folha de S.Paulo

Podem passar 38 anos que o estudante ainda lembra o primeiro dia de aula. O exemplo aqui é o publicitário Washington Olivetto, 55, que, em 1969, entrou em comunicação na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado). "Fui estudar à noite, porque entrei em psicologia na PUC de manhã. Tinha só 17 anos. Era o mais novo da classe. A turma era mais séria. No dia seguinte deixei crescer bigode e barba para parecer mais velho."

O publicitário diz que os primeiro seis meses do curso foram decisivos para seu futuro. "Arrumei estágio e o primeiro comercial que fiz ganhou um Leão de Bronze em Cannes", conta. O trabalho fez com que Olivetto abandonasse os dois cursos. "Tudo deu certo para mim, mas não vejo mérito em não ter terminado a faculdade."

Já a deputada federal pelo PC do B/RS Manuela D'Avila, 25, diz que teve um choque quando entrou em jornalismo na PUC-RS, em 1999. "Pensei: "E agora, sou só eu'", lembra. "É como se mudasse de mundo." A deputada, que também entrou em ciências sociais na UFRGS --curso que parou no penúltimo ano--, conta que sofreu trote nas duas universidades. "Me pintaram toda."

O psiquiatra e colunista da Folha Jairo Bouer, 41, diz que também tem boas lembranças dos primeiros dias na faculdade de medicina da USP, em 1984. "Estava feliz, porém, com um friozinho na barriga." Um dos melhores legados foi uma amizade. "Conheci uma garota na fila da matrícula que é minha amiga até hoje."

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