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30 alunos de escola em SP sofrem intoxicação

28/3/2007 

AFRA BALAZINA
FÁBIO TAKAHASHI
da Folha de S.Paulo

Mais de 30 estudantes de uma escola municipal da zona sul de São Paulo foram intoxicados entre ontem e anteontem. Eles tiveram vômito, coceira, dor de cabeça e alguns chegaram a desmaiar.

Os alunos estudam na Emef (escola de ensino fundamental) Airton Arantes Ribeiro. Todos foram atendidos na Ama (Assistência Médica Ambulatorial) Jardim São Luiz, em M'Boi Mirim, e liberados em seguida. Não há registro de caso grave.

Para alguns pais que estavam ontem no colégio para cobrar explicações, uma dedetização pode ter motivado as intoxicações. "A escola não admite, mas acho que ela fez uma dedetização. Aqui sempre tem um monte de ratos", afirmou a dona-de-casa Maria da Conceição Moreira Barbosa, 40, membro do conselho escolar.

Convulsão

A estudante da 6ª série Carolina Stefanie dos Santos, 12, foi uma das alunas que desmaiou. Ela disse que teve também uma convulsão. "As pessoas me contaram que eu comecei a me debater", disse. Sua mãe a buscou na escola e a levou para a Ama, onde foi atendida.

Já Emília Maria da Conceição Neta, 13, da 7ª série, afirma que sentiu tontura e, depois, acabou desmaiando. "Precisei tomar soro e injeção."

A aluna Janaína Santos da Silva, 13, da 8ª série, passou mal e foi levada de ambulância para a Ama. "Ontem [anteontem] comecei a sentir coceira e hoje [ontem] aumentou. Falei com a professora e ela me mandou descer para tomar um ar. Depois, falaram para eu ir para casa tomar banho", diz.

As aulas ontem foram suspensas na parte da tarde e da noite, mas deverão ser retomadas hoje, segundo a Secretaria de Educação. A escola tem 1.300 estudantes.

O aluno da 7ª série Phelipe da Silva Paula, 18, só soube da paralisação das aulas quando chegou à unidade, por volta das 19h. "Eu vim à toa, ninguém me avisou do problema", disse.

Outro lado

A Secretaria de Educação negou que a escola tenha passado por dedetização neste ano.

Já a assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde disse que não foi possível identificar a causa do problema. Técnicos da Vigilância Sanitária foram ontem ao colégio e a investigação segue hoje. A pasta afirmou que vai apurar se a intoxicação dos estudantes ocorreu dentro ou fora do colégio e se alguma fábrica do entorno foi a causadora do problema.

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