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Escola põe "ruidômetro" em sala de aula para inibir barulho

20/3/2007 

da Folha de S.Paulo

No pátio de uma escola, o barulho pode chegar perto do provocado por um helicóptero (110 decibéis). Já dentro da sala de aula, o ruído dos estudantes --conversas e arrasto de cadeiras-- é menor, mas ainda assim pode prejudicar o aprendizado.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas recomenda que o barulho na classe seja de até 45 decibéis, o que nem sempre ocorre. "O barulho pode causar ansiedade e agitação, dificuldade de concentração, dor de cabeça e gastrite", diz a fonoaudióloga Claudia Manzoni, da Secretaria Municipal da Saúde.

Os colégios particulares também se preocupam com o tema. O Santo Américo, no Morumbi, por exemplo, conscientiza alunos da 1ª à 7ª série com "ruidômetros" --cartazes que vão de 0 a 10 numa escala subjetiva de barulho. Quando o professor ou aluno fica incomodado com o ruído, muda o prendedor para o número 10.

"É preciso fazer uma reeducação", diz Elisabeth Peissner Sertorio, coordenadora de música do colégio. "Ainda tem barulho, mas já melhorou um pouco", diz a aluna Giovana Genoso, 9, da 4ª série.

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